Opel Mokka renasce verde como o ambiente e a própria esperança

Esquecer o passado recente. E viver o presente, honrando a sua história. A Opel está a saber aproveitar a sua entrada no Groupe PSA e o Mokka é disso exemplo. Na apresentação nacional (estática), nas instalações da marca, em Sacavém, o modelo dado a conhecer aos jornalistas rompe com todos os vínculos com o antecessor – um tiro ao lado das expetativas e “duplamente” penalizado por obrigar a pagar classe 2 nas portagens., diga-se.

A nova geração do Mokka acolhe, pela primeira vez, uma versão 100% elétrica, não abdicando, porém, dos tradicionais motores a gasolina e Diesel, todos eles mais eficientes e limpos, de contas feitas com os compromissos ambientais. Como explicou José Barata, brand manager da Opel em Portugal, o grupo não pagará as coimas europeias, no próximo ano, porque conseguirá cumprir o limite de 95 g/km de CO2 imposto por Bruxelas. A Opel também, algo que seria “muito mais complicado”, reconheceu, se a não vivesse agora sob o “chapéu” protetor do Groupe PSA. E se não tivesse seguido também o trilho da eletrificação.

Opel Vizor: Expressão do futuro

Mas o Opel Mokka tem ainda a particularidade de ser o rosto do futuro da marca. Literalmente. O Opel Vizor, assim se chama o novo conceito de design, marcará a expressão pura e fluída de todos os modelos a lançar nos próximos anos.

A equipa de Mark Adams, Vice-Presidente da Opel para o Design, criou uma nova e inconfundível secção dianteira inspirada na viseira protetora de um capacete, seção onde integra a grelha, os faróis e o logótipo da marca, num único módulo.

O Mokka não esconde a herança estilística da primeira geração do Opel Manta. Obviamente, com a o banho de modernidade necessário. Os designers reinventaram a grelha do Manta,

que tinha módulos de faróis duplos, numa superfície preta, emoldurada por uma estreita barra cromada. Por sua vez, o Opel Vizor, estende-se numa única superfície ao longo da frente do veículo, logo sob o capot, alargando-se visualmente e organizando toda a secção dianteira com um número reduzido de elementos.A ideia foi eliminar tudo o que era supérfluo das linhas.

7 de dezembro de 2020

Fonte: motor24.pt
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